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Palmas comemora o Dia do Trabalhador, registrando a maior taxa de crescimento de empregos formais entre as capitais; confira

Nesse Dia do Trabalho, comemorado no domingo, 1º, Palmas registra a maior taxa de crescimento de empregos formais entre as capitais, 9,8%. O comparativo considera o número de pessoas com carteira assinada em março do ano passado, 74.682, com o mesmo mês deste ano, 82.001, um aumento de 7.319 postos de trabalho ocupados. Esse aquecimento da economia é reflexo de um conjunto de ações, com participação ativa da Prefeitura de Palmas, já em 2020 para minimizar os impactos da pandemia do novo coronavírus.

“Nesta oportunidade eu gostaria de parabenizar todos os trabalhadores e as trabalhadoras de Palmas e também os nossos servidores municipais, trabalhadores do do serviço público. É a força de cada um de vocês que faz está cidade pulsar, funcionar e se desenvolver. Sei que posso contar com vocês, assim como vocês podem contar comigo. Mesmo diante de um dos piores cenários já vividos na atualidade, a pandemia, nós conseguimos avançar e gerar mais postos de emprego para os nossos trabalhadores”, frisa a prefeita Cinthia Ribeiro.

Foram milhões investidos pela gestão municipal em obras públicas, que possibilitaram a geração de empregos diretos e indiretos, como também fomentaram o setor da construção civil. Os palmenses também tiveram crédito facilitado e com juros reduzidos, por meio do Banco do Povo, que amparou setores mais impactados, como os feirantes e mototaxistas. As pessoas em condições mais vulneráveis foram socorridas com o Cartão da Família. Aliada a essas medidas, a Prefeitura de Palmas começou um processo de redução da burocracia, modernização dos serviços às pessoas jurídicas e fomento ao empreendedorismo e o estímulo da população a comprar no comércio local.

Nos últimos anos o trabalho tem sofrido grandes mudanças, com uma considerável redução da contratação com carteira assinada e um processo de precarização. Amparando e estimulando os saberes e talentos das pessoas que ficaram de fora do trabalho formal, a Prefeitura de Palmas aposta no fomento ao empreendedorismo. A Secretaria Municipal do Desenvolvimento Econômico e Emprego (Sedem), com foco em incentivar os pequenos negócios na Capital, orienta e capacita as pessoas com interesse em se tornarem Microempreendedores Individuais (MEIs).

Indo além da orientação, crédito e capacitação, a Prefeitura de Palmas dispensou este ano aos pequenos negócios de baixo risco, com funcionamento em imóvel particular, o alvará de funcionamento e o termo habite-se. Outra ação que facilita a abertura de empresas é a emissão da Consulta Prévia sobre Viabilidade de Uso do Solo ou Consulta Locacional de forma on-line, com uma resposta automatizada em minutos; sendo que antes demorava de 20 a 40 horas para ser emitida. Sendo que todos os serviços estão disponíveis na Casa do Empreendedor, com foco em atender do pequeno ao grande empresário.

Fundo

“Todas essas ações de fomento e facilitação da abertura de empresas e MEIs impactam diretamente o trabalho formal, criando mais postos de empregos com carteira assinada. Agora, a Prefeitura de Palmas ampliará sua atuação através do Fundo do Trabalho de Palmas (FT-Palmas), que tem como objetivo financiar o Sistema Nacional de Emprego (Sine) e, também, ações, programas e projetos de geração de emprego e renda. A prefeita Cinthia Ribeiro acredita em uma gestão indutora do crescimento econômico e da ampliação dos postos de trabalho, que passa desde a criação da Casa do Empreendedor, do Sine e também em disponibilizar capacitações para qualificar a nossa mão de obra”, pondera o secretário da Sedem, Gustavo Bottós.

Em Palmas, o setor de Serviços emprega mais de 60% das pessoas com carteira assinada, 52.231 empregos formais. O Comércio é o segundo maior empregador, são 18.906 trabalhadores formais; seguido pela Construção, total de 5.730 pessoas empregadas. A Indústria emprega 4.680 pessoas e a agropecuária, 454 pessoas.

Trabalho em Palmas

Considerando os últimos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua (2020), do IBGE, Palmas tem 239 mil pessoas em idade de trabalhar, a partir de 14 anos, sendo que 144 mil estavam empregadas (empregos com carteira assinada, contratos e no serviço público) e 16 mil desocupadas (pessoas que estão desempregadas e em busca de trabalho). Já as pessoas fora do trabalho, desde quem não tinham interesse em ter emprego, como também, as que desistiram de procurar, eram 79 mil.

A força de trabalho (pessoas ocupadas e desocupadas) em Palmas, conforme a PNAD 2020, somava 79 mil trabalhadores, sendo 31 mil homens e 48 mil mulheres. Dessas, 1 mil pessoas não tinham instrução ou apenas um ano de estudo; 17 mil com Ensino Fundamental incompleto; 6 mil com Ensino Fundamental completo; 10 mil com Ensino Médio incompleto; 58 mil com Ensino Médico completo; 19 mil com Ensino Superior incompleto; e 49 mil com Ensino Superior completo.

Perfil do Trabalhador em Palmas

Pessoas em idade de trabalhar (pessoas de 14 anos ou mais idade): 239.000

>>>>>>>>Homens: 118.000

>>>>>>>>Mulheres: 121.000

Força de trabalho (pessoas ocupadas e desocupadas): 160.000

>>>>>>>>Homens: 87.000

>>>>>>>>Mulheres: 73.000

>>>>>>>>Pessoas ocupadas (empregadas/trabalhando/empreendedores): 144.000

>>>>>>>>Pessoas desocupadas (estão em busca de emprego): 16.000

Pessoas fora da Força de Trabalho (população nem ocupada e nem desocupada e as pessoas que desistiram de procurar emprego – desalentados-): 79.000

>>>>>>>Homens: 31.000

>>>>>>>Mulheres: 48.000

Nível de instrução da Força de Trabalho (pessoas ocupadas e desocupadas)

• Sem instrução e menos de um ano de estudo: 1.000

• Ensino Fundamental incompleto: 17.000

• Ensino Fundamental completo: 6.000

• Ensino Médio incompleto: 10.000

• Ensino Médio completo: 58.000

• Ensino Superior incompleto: 19.000

• Ensino Superior completo: 49.000

Pessoas ocupadas por ocupação no trabalho

• Empregado: 110.000

• Empregador (tem pelo menos um empregado): 5.000

• Contra própria (não tem empregado): 28.000

• Trabalhador familiar auxiliar: 2.000

Pessoas ocupadas por grupamentos ocupacionais no trabalho

• Diretores e gerentes: 5.000

• Profissionais das ciências e intelectuais: 23.000

• Técnicos e profissionais de nível médio: 12.000

• Trabalhadores de apoio administrativo: 20.000

• Trabalhadores dos serviços, vendedores dos comércios e mercados: 31.000

• Trabalhadores qualificados da agropecuária, florestais, da caça e da pesca: 2.000

• Trabalhadores qualificados, operários e artesões da construção, das artes mecânicas e outros ofícios: 19.000

• Operadores de instalações e máquinas e montadores: 8.000

• Ocupações elementares: 21.000

• Membros das forças armadas, policiais e bombeiros militares: 3.000

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