O Corpo de Bombeiros Militar do Tocantins (CBMTO) divulgou novos detalhes sobre o resgate do adolescente de 17 anos que morreu afogado em um poço localizado no Setor Aureny II, na região sul de Palmas, na tarde desta segunda-feira (8).
Em vídeo obtido pelo Jornal Sou de Palmas, um militar que participou da ocorrência informou que a corporação foi acionada pelo Centro Integrado de Operações Policiais (Ciop) após relatos de que um adolescente havia desaparecido na água em uma área conhecida por moradores da região.
Segundo o bombeiro, ao chegarem ao local, as equipes constataram que se tratava de um poço com cerca de três metros de profundidade. Informações repassadas por adolescentes que estavam com a vítima indicavam que o jovem havia saltado de uma altura entre dois e três metros antes de desaparecer na água.
Ainda conforme o relato, familiares informaram que o adolescente não sabia nadar.
Inicialmente, os militares realizaram uma varredura sem equipamentos de mergulho. No entanto, ao verificarem que a profundidade ultrapassava dois metros, foi necessário o emprego de equipamentos específicos para buscas subaquáticas.
A Companhia Independente de Busca e Salvamento (CIBS) realizou a primeira imersão no poço e localizou a vítima ainda durante a operação inicial. O corpo foi retirado da água e entregue às autoridades responsáveis.
Após a constatação do óbito por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), os bombeiros realizaram a remoção da vítima utilizando uma prancha de resgate e aguardaram a chegada do Instituto Médico Legal (IML).
Durante o pronunciamento, o Corpo de Bombeiros também fez um alerta à população sobre os riscos de entrar em áreas desconhecidas, especialmente para pessoas que não sabem nadar.
“Não entrem em locais que não conhecem, sobretudo aqueles que não sabem nadar”, orientou o militar.
O local do afogamento fica em uma área de erosão utilizada por moradores para banho e saltos na água. Em vídeo gravado após a ocorrência, um morador afirmou que o ponto é frequentado por jovens há anos e defendeu a adoção de medidas para restringir o acesso ao local.







